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  • Las soluciones de Barros de teorizar la noci n

    2019-04-29

    Las soluciones de Barros de teorizar la noción de underdogs con la ayuda de categorías de Rancière implica no sólo sacar la teoría de Laclau de su formalismo sino también inscribir algún tipo de fundamento ya que el autor francés basa la emergencia del desacuerdo en el supuesto de igualdad-libertad (que constituye un fundamento). A su modo, Panizza también incluye un populismo que tramita la equidad gtpase partir de una intervención y, por lo tanto, puede distinguirse el buen populismo del malo. Por su parte, la solución de Balsa de restituir el anclaje sociológico a “pueblo” reinstituye un contenido de lo popular (de inspiración gramsciana) que es independiente de su articulación en el discurso populista. En un registro similar podemos leer la crítica de Enrique Dussel a Laclau a partir de definir como pueblo a la comunidad de víctimas a las que el sistema les niega la vida. Es decir, no cualquiera puede denunciar una situación como demanda sino sólo aquellos que objetivamente están en una situación de negatividad -digamos (mal), “objetiva”- respecto al sistema. Paradójicamente, la posición de Laclau es más rica en términos metodológicos (un aspecto, como varios autores han señalado, muy descuidado en su obra) ya que permite explicar no sólo la producción del pueblo “plebeyo” o estudiar la formación de sujetos de las clases subalternas o populares (en el sentido dusseliano) sino gtpase también comprender la formación de otros sujetos políticos con orientaciones ideológicas conservadoras o reaccionarias. El debate sobre los alcances de la categoría de populismo y sobre la relación de líderes o procesos populistas con la democracia es, saludablemente, interminable. Éstos no son solamente teóricos y académicos sino que se insertan en una disputa eminentemente política ya que implican concepciones normativas sobre la democracia y la justicia. No se trata, entonces, de seguir lamentando una polisemia sino de asumir las condiciones actuales del debate en términos teóricos, epistemológicos y normativos. Este artículo es una apuesta a ello.
    Introdução Conste que nossa percepção é que as noções de reservas, guetos, ou comunidades remanescentes, não dão conta da realidade dessas reivindicações coletivas. Portanto, experiências como as dos Estados Unidos, Haiti, Cuba, República Dominicana, entre outros países com expressivo contingente de ex-escravizados trazidos da África, não chegam a ser um exemplo. A despeito dessa diversidade, juridicamente, em face da concomitância da criação dos estados nações no continente americano e de sua origem dúbia, seu embasamento constitucional no direito romano e na tradição anglo-saxônica, as chamadas políticas airmativas são a tradução pedestre de um conjunto de ações que visam a restituir ou impingir a cidadania a grupos antes considerados sob outra nomenclatura e portanto sujeitos a outra modalidade de norma legal. Em verdade, as instituições jurídicas modernas e contemporâneas tendem a organizar a sociedade e as necessidades do capital de maneira que haja uma simbiose entre cidadania e trabalho livre remunerado, ao menos formalmente anulando tratamento desproporcional embasado em critérios como raça (termo em desuso até há pouco), etnia, grupo cultural etc., a im de atestar a igualdade e a meritocracia como valores.
    Negro, africano e escravo Para chegar à metafora da “construçâo social da cor”, José D’Assunçâo Barros se concentra em explicar como as noçoes de “negro”, “africano” e “escravo” se desenvolveram para sustentar ideologicamente o trafico escravista estabelecido no oceano Atlântico no século xv e mantido por 400 anos. As estimativas sobre a quantidade de pessoas escravizadas no atual territorio da Africa e comercializadas para servirem como mâo-de-obra escrava do sistema econômico colonial chegam a até 15 milhoes, quando consideradas as Américas do Norte, Central e do Sul. O Brasil foi um dos principais destinos dos povos escravizados. Ao mesmo tempo que formavam a força de trabalho de engenhos, fazendas, minas, plantaçoes e cidades, os africanos imprimiram marcas que até hoje se fazem presentes em diversos aspectos socioculturais do pais. A breve consideraçâo se alinha com a posiçâo de Joâo José Reis e Flavio dos Santos Gomes, para quem o trafico escravista estabelecido no oceano Atlântico foi “um dos grandes empreendimentos comerciais e culturais que marcaram a formaçâo do mundo moderno”. Apesar do referencial biologico no qual teoricamente se funda, a perspectiva racial de classificaçâo se vinculou às relaçoes sociais ao ponto de produzir e redefinir identidades sociais levando em consideraçâo traços fenodpicos. Como as relaçoes sociais firmadas eram guiadas pela dominaçâo dos conquistadores sobre os conquistados, a diferença racial se desdobrou em uma diferença social usada para configurar “hierarquias, lugares e papeis sociais correspondentes”. O quadro que se estrutura relega o negro conquistado e escravizado a um lugar de inferioridade perante o branco conquistador e escravizador.